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2 de janeiro de 2019 às 20:20:15

Gilmário Cruz deixa o Comando da Guarda Municipal de Estância

O comando da GME será ocupado pelo agente Feitosa.


Gilmário Cruz deixa o Comando da Guarda Municipal de Estância

Na tarde desta quarta-feira, 02, o servidor público municipal, Gilmário Cruz, emitiu comunicado de que deixa o comando da Guarda Municipal de Estância (GME), função que exerceu por seis anos. " Em todo esse tempo que estive no cargo me esforcei para que a Guarda tivesse um lugar de respeito e destaque no município, sempre lutando, mesmo sem o reconhecimento para que nós servidores tivéssemos melhores condições de trabalho, além de me esforçar também para que nosso serviço fosse visto da melhor forma pela gestão e pela população ", escreve trecho da nota.

" Neste momento desejo informar que encerro minha participação como diretor e gostaria de agradecer, primeiramente, a Deus e depois ao prefeito Dr. Gilson Andrade por me confiar o cargo, assim como a secretária da Defesa Social, delegada Georlize Telles; além disso, agradeço a dedicação de todos que somaram para o crescimento da instituição ", diz a nota.

O agente Gilmário Cruz é merecedor do reconhecimento social por conta do seu trabalho à frente da GME, instituição composta por mais de 150 membros (homens e mulheres), tendo o seu trabalho galgado o respeito dos delegados das polícias Civil e Militar, uma vez que a GME é importante parceira no combate à criminalidade no município. Esse respeito se dá, também,   diante do brioso trabalho exercido pelo conjunto dos agentes que os  foram bem  conduzidos  pelo Sr. Gilmário.

" Por fim, vou continuar ajudando de onde estiver e desejando dias melhores para todos nós, sempre torcendo para que a Guarda Municipal evolua em Estância e em todo o Brasil , finaliza.

Gilmário possui um perfil de respeito à corporação, de respeito à sociedade; jamais foi vista uma leitura de desvio de conduta no exercício da função. Portanto, ele é um dos principais responsáveis pelo excelente trabalho que a GME presta aos estancianos.  


Por: Genílson Máximo


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